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Descubra se seu Xiaomi é original: guia 2026 com 9 testes

IMEI, Anatel, site oficial da Xiaomi, versão do HyperOS e os sinais de réplica e de “global falsa”: o passo a passo completo para conferir o seu Xiaomi, Redmi ou POCO em menos de 15 minutos.

Por Xiaomi em Curitiba • 24 de outubro de 2026 • 12 min de leitura
Xiaomi original com a caixa lacrada e selo HyperOS: como saber se o seu Xiaomi é original
Resposta curta: para saber se o seu Xiaomi é original, disque *#06# e confira se o IMEI que aparece na tela é o mesmo da caixa e da nota fiscal. Depois, consulte esse IMEI no site oficial da Xiaomi (mi.com/global/verify) e no Celular Legal da Anatel. Por fim, confira em Configurações › Sobre o telefone se a versão do HyperOS termina em MIXM ou EUXM (versão global) e não em CNXM (versão chinesa). Se tudo bater, o aparelho é original. Abaixo você encontra os 9 testes completos, o que cada resultado significa e o que fazer se algo não bater.

A Xiaomi está entre as marcas de celular mais procuradas do Brasil, e isso tem um lado ruim: é também uma das mais copiadas. É uma dúvida muito comum: “comprei um Redmi pela internet, como eu sei se é original?”. Às vezes é. Às vezes é uma versão chinesa com sistema adulterado. E às vezes é uma réplica que imita até a caixa.

A boa notícia é que dá para descobrir sozinho, em casa, em menos de 15 minutos e sem instalar nada suspeito. Este guia reúne os testes mais confiáveis, explicados passo a passo para quem não é da área de tecnologia.

“Não original” pode significar 4 coisas diferentes

Antes dos testes, vale entender o que você está procurando. Quando alguém diz que um Xiaomi “não é original”, pode estar falando de quatro situações bem diferentes, e cada uma tem um risco:

SituaçãoO que éRisco
Réplica (falsificado)Celular de outra fabricante, com carcaça parecida e um sistema que imita o da XiaomiAlto: desempenho muito inferior, armazenamento falso, sem atualizações e sem garantia
Versão chinesa com “global falsa”Aparelho Xiaomi verdadeiro, feito para o mercado chinês, com sistema modificado por terceiros para parecer globalAlto: sistema adulterado, pode travar em atualizações e expor seus dados
Aparelho irregularXiaomi verdadeiro sem homologação da Anatel ou com IMEI adulterado, clonado ou bloqueadoMédio a alto: pode ser bloqueado pelas operadoras e não tem garantia no Brasil
Recondicionado vendido como novoAparelho usado ou consertado, reembalado e vendido como lacradoMédio: bateria e peças desgastadas, sem a garantia de um aparelho novo

Os testes abaixo pegam as quatro situações. Faça na ordem: os primeiros são os mais rápidos e já eliminam a maioria dos problemas.

Antes de ligar: confira a caixa e a nota fiscal

Muita coisa já aparece na embalagem. Um Xiaomi novo e original vendido no Brasil normalmente tem:

  • Etiqueta com o modelo, a cor, a memória e o IMEI (ou os dois IMEIs, em celulares com dois chips), além do número de série. Guarde essa etiqueta, você vai precisar dela.
  • Selo da Anatel com o número de homologação. É ele que prova que o modelo foi aprovado para uso no Brasil.
  • Lacre intacto, sem sinais de cola, plástico refeito ou caixa amassada nos cantos. Caixa “frouxa” é sinal de que foi aberta.
  • Manual e informações em português. Caixa só com ideogramas chineses indica um aparelho feito para a China.

E o principal: nota fiscal. Uma nota de verdade traz o nome do produto, o valor e, de preferência, o IMEI do aparelho. Sem nota, você não tem como acionar a garantia e não tem como provar de onde veio o celular. Se o vendedor “não emite nota”, desconfie antes de qualquer teste.

Teste 1: disque *#06# e compare o IMEI

O IMEI é o “RG” do celular: um número de 15 dígitos, único para cada aparelho. É o teste mais importante e leva 30 segundos.

  1. Abra o aplicativo de telefone e digite *#06#. O IMEI aparece na tela na hora (em celulares com dois chips, aparecem dois).
  2. Compare com o IMEI da etiqueta da caixa e da nota fiscal. Os números precisam ser exatamente iguais.
  3. Confira também em Configurações › Sobre o telefone, na área de status ou de especificações. O número deve ser o mesmo dos dois lugares anteriores.

Sinal de alerta: IMEI diferente entre tela e caixa, IMEI cheio de zeros ou números repetidos (como 123456789012345) ou o código *#06# simplesmente não funcionar. Qualquer um desses casos indica caixa trocada, aparelho adulterado ou réplica.

Teste 2: consulte o IMEI no site oficial da Xiaomi

A própria Xiaomi tem uma página de autenticação de produtos: mi.com/global/verify. Nela você digita o IMEI ou o número de série e o sistema informa se o aparelho é um produto Xiaomi verdadeiro. Em muitos casos, a página também mostra para qual região o celular foi fabricado, o que ajuda a descobrir uma versão chinesa vendida como global.

Alguns produtos Xiaomi trazem ainda uma etiqueta raspável com um código de segurança na caixa. Esse código também pode ser validado na mesma página, na aba de código de segurança. Atenção: nem todo aparelho vem com essa etiqueta, então a falta dela, sozinha, não significa que o produto é falso.

Sinal de alerta: a página dizer que o IMEI ou o número de série não foi encontrado, ou mostrar um modelo diferente do que está na sua mão.

Teste 3: consulte o IMEI na Anatel

A Anatel mantém um sistema público, o Celular Legal, onde qualquer pessoa consulta a situação de um IMEI sem precisar de cadastro. Pesquise por “Celular Legal Anatel consulta IMEI” no Google e use sempre o endereço oficial do governo (gov.br).

  • Resultado bom: a mensagem informa que o IMEI não possui restrições de uso.
  • Resultado ruim: o IMEI aparece com impedimento por perda, roubo ou furto, ou como irregular. Desde 2018 a Anatel bloqueia nas redes das operadoras celulares com IMEI irregular, ou seja, adulterado, clonado ou inválido. Um aparelho assim pode parar de funcionar com chip a qualquer momento.

Se o celular for usado, faça também a consulta no Celular Seguro, do Ministério da Justiça, que mostra se há restrição registrada para aquele IMEI.

Também dá para confirmar se o modelo é homologado: pegue o número de homologação do selo da Anatel na caixa e consulte no sistema de produtos homologados da agência. Em alguns modelos, as certificações também aparecem no próprio aparelho, em Configurações › Sobre o telefone › Certificação.

Teste 4: confira o código do modelo

Em Configurações › Sobre o telefone, procure o número do modelo, um código com números e letras (por exemplo, terminado em “G”). A última letra costuma indicar o mercado para o qual o aparelho foi feito:

Final do modeloMercado
GGlobal (é o que você quer no Brasil)
CChina
IÍndia
JJapão

Esse teste é ótimo para descobrir a famosa “global falsa”: um aparelho com modelo terminado em C rodando um sistema que parece global é quase sempre um celular chinês com sistema modificado por terceiros.

Teste 5: leia a versão do HyperOS

Ainda em Configurações › Sobre o telefone, toque em “Versão do Xiaomi HyperOS”. Vai aparecer um código parecido com OS2.0.5.0.VOQMIXM. Olhe as duas letras que vêm logo antes de “XM” no final:

Final da versãoRegião do sistema
MIXMGlobal
EUXMEuropa (também traz Google e funciona no Brasil)
CNXMChina
INXMÍndia
IDXM, TRXM, RUXMIndonésia, Turquia e Rússia

O ideal para quem compra no Brasil é MIXM ou EUXM. Uma versão com um nome estranho, que não segue esse padrão, ou com nomes de sites e “equipes” no meio, indica um sistema não oficial instalado por terceiros. Esse tipo de sistema pode ter aplicativos escondidos e não recebe atualizações de segurança da Xiaomi.

Teste 6: procure uma atualização oficial

Vá em Configurações › Sobre o telefone, toque na versão do HyperOS e procure por atualizações. Em um aparelho original, com sistema oficial, o celular conversa com os servidores da Xiaomi e informa que está atualizado ou oferece uma atualização.

Sinal de alerta: a busca dá erro sempre, a tela de atualização não existe ou foi “escondida”, ou o celular avisa que o sistema não é compatível. Réplicas e sistemas modificados costumam falhar aqui, porque não têm acesso às atualizações oficiais.

Teste 7: veja se o Google Play reconhece o aparelho

Abra a Play Store, toque na sua foto no canto superior, vá em Configurações › Sobre e procure por Certificação do Play Protect. Num Xiaomi original com sistema global, a mensagem é “Dispositivo certificado”.

Se aparecer “Dispositivo não certificado”, o sistema não passou pela certificação do Google. Isso acontece com réplicas e com aparelhos chineses modificados, e na prática significa problemas com aplicativos de banco, pagamento por aproximação e outros apps que exigem um sistema confiável.

Teste 8: confira o hardware de verdade

As réplicas mais caprichadas mostram nas configurações o processador, a memória e a câmera do modelo original, mas é tudo texto escrito pelo falsificador. Para ver o que está de fato dentro do aparelho:

  • Use um app de diagnóstico conhecido, como o CPU-Z ou o AIDA64, baixado da Play Store. Ele lê o processador, a memória RAM e o armazenamento direto do hardware. Compare com a ficha técnica oficial do modelo. Réplica costuma mostrar um processador simples e genérico, muito diferente do anunciado.
  • Abra o menu de testes da Xiaomi: no telefone, digite *#*#6484#*#*. Nos aparelhos Xiaomi, Redmi e POCO, abre um menu de testes de hardware (tela, alto-falante, sensores, câmeras). Réplicas normalmente não têm esse menu. Para sair, use o botão de voltar.
  • Teste o armazenamento: um truque comum das réplicas é anunciar 256 GB e ter muito menos. Se a memória “acaba” muito antes do esperado ou fotos antigas começam a corromper, desconfie.

Teste 9: olhe o aparelho com atenção

Por fim, compare o celular com as fotos oficiais do modelo no site da Xiaomi. Repare em:

  • Câmeras: quantidade, tamanho e posição das lentes e do flash. Réplicas costumam ter lentes “de enfeite”, que não funcionam.
  • Logotipo e textos: fonte, alinhamento e acabamento da escrita na traseira e no módulo das câmeras.
  • Peso e acabamento: réplicas costumam ser mais leves, com plástico onde deveria haver vidro ou metal, e botões com folga.
  • Tela: modelos com tela AMOLED têm preto profundo e brilho forte ao ar livre. Tela LCD fraca e com bordas grossas num modelo que deveria ser AMOLED é sinal de réplica.

Resumo: os 9 testes em uma tabela

TesteComo fazerOriginal
1. IMEIDiscar *#06#Igual à caixa e à nota fiscal
2. Site da Xiaomimi.com/global/verifyProduto reconhecido como original
3. AnatelCelular LegalIMEI sem restrições de uso
4. ModeloSobre o telefoneTermina em G
5. SistemaVersão do HyperOSTermina em MIXM ou EUXM
6. AtualizaçãoBuscar atualizaçãoConecta à Xiaomi normalmente
7. Play ProtectPlay Store › Configurações › SobreDispositivo certificado
8. HardwareCPU-Z e *#*#6484#*#*Igual à ficha técnica oficial
9. VisualComparar com o site oficialCâmeras, peso e acabamento idênticos

E o carregador? Como saber se é original

O carregador é o item mais falsificado de todos, e um carregador falso não é só um problema de velocidade: pode esquentar demais, danificar a bateria e até causar acidentes. Sinais de que o carregador Xiaomi é original:

  • O celular mostra a animação de carregamento turbo (HyperCharge) e carrega na velocidade prometida. Um carregador falso de “67 W” costuma carregar devagar, como um carregador comum.
  • Peso e acabamento: o original é firme, pesado para o tamanho, com plástico sem rebarbas e textos bem impressos.
  • Cabo compatível: o carregamento rápido também depende do cabo certo. Cabo genérico limita a potência mesmo com carregador original.

Se você comprou um aparelho que não vem com carregador na caixa, prefira um carregador Xiaomi original com nota fiscal. A diferença de preço para um falso é pequena perto do custo de uma bateria danificada.

Versão chinesa é falsa?

Não. Um Xiaomi feito para a China é um aparelho verdadeiro, com as mesmas peças de qualidade. O problema é outro: ele foi feito para outro mercado. Na prática, isso pode significar:

  • Sistema sem Google: a versão chinesa oficial não vem com Play Store nem serviços do Google, e em português o suporte é limitado.
  • Sistema adulterado: para resolver isso, muitos vendedores instalam uma “global falsa”, um sistema modificado que pode conter aplicativos ocultos, perder atualizações e travar o aparelho.
  • Sinal e 4G/5G: algumas versões chinesas não têm todas as frequências usadas pelas operadoras brasileiras, o que pode deixar o sinal mais fraco em algumas regiões.
  • Homologação e garantia: versões sem homologação da Anatel ficam sem garantia no Brasil e podem ter problemas com as operadoras.

Por isso, mesmo sendo um aparelho verdadeiro, a versão chinesa costuma ser uma má escolha para usar aqui.

Comprando usado? Dois cuidados a mais

No usado, além dos 9 testes, confira duas coisas antes de pagar:

  • Conta Xiaomi e conta Google: peça ao vendedor para sair da conta Xiaomi (Mi Account) e da conta Google e restaurar o aparelho na sua frente. Celular preso à conta do dono anterior fica bloqueado depois de uma restauração, e só o antigo dono consegue liberar.
  • Restrições do IMEI: consulte o IMEI no Celular Legal e no Celular Seguro. Restrição por roubo, furto ou perda significa que o aparelho pode ser bloqueado e que você corre risco de perder o dinheiro e o celular.

Sinais de golpe antes mesmo de comprar

Muitas vezes dá para evitar o problema antes de pagar. Desconfie quando:

  • O preço está muito abaixo do praticado no mercado. Um desconto de 40% num lançamento não existe.
  • O anúncio fala em “versão global” mas não mostra fotos reais do aparelho e da caixa.
  • O vendedor não emite nota fiscal ou só aceita pagamento por Pix para pessoa física.
  • A loja não tem endereço físico nem avaliações reais de clientes.
  • O aparelho vem sem a etiqueta de IMEI na caixa ou com etiqueta colada por cima de outra.

O que fazer se o seu Xiaomi não for original

  1. Pare de usar o aparelho para coisas sensíveis, como aplicativos de banco e senhas, até resolver a situação.
  2. Reúna as provas: nota fiscal, anúncio, conversas com o vendedor e prints dos testes (IMEI, versão do sistema, resultado da Anatel).
  3. Procure o vendedor e peça a devolução do valor. Se comprou em marketplace, abra a reclamação dentro da plataforma.
  4. Se não resolver, procure o Procon da sua cidade ou o site consumidor.gov.br.

Por que comprar na Xiaomi em Curitiba

Na Xiaomi em Curitiba você não precisa fazer nenhum desses testes sozinho: todos os aparelhos são originais, novos, lacrados e com nota fiscal, com 1 ano de garantia, exclusiva para quem compra na loja. E o atendimento é humano, antes e depois da compra.

Ainda escolhendo o modelo? Veja as diferenças entre as linhas em Xiaomi, Redmi ou POCO: qual escolher, compare dois aparelhos lado a lado no comparador ou leia o guia onde comprar Xiaomi original em Curitiba.

Entrega em Curitiba e Região Metropolitana

Entregamos em todos os bairros de Curitiba por R$ 19,90, podendo ser no mesmo dia conforme o horário do pedido e o estoque, incluindo Boqueirão, Uberaba, Cajuru, Hauer, Xaxim, Jardim das Américas e Sítio Cercado. Na Região Metropolitana, como Pinhais, São José dos Pinhais, Piraquara e Fazenda Rio Grande, a entrega custa R$ 29,90. Se preferir, retire no Centro de Curitiba com horário combinado. Veja os detalhes em Entrega.

Perguntas frequentes

Disque *#06# para ver o IMEI e compare com o número da etiqueta da caixa e da nota fiscal: os três precisam ser iguais. Depois, consulte o IMEI no site oficial de autenticação da Xiaomi (mi.com/global/verify) e no Celular Legal da Anatel. Se a Xiaomi reconhecer o aparelho e a Anatel informar que não há restrições, o IMEI é legítimo.

Vá em Configurações › Sobre o telefone. Na versão do HyperOS, as letras antes de “XM” indicam a região: MIXM é global, EUXM é europeia e CNXM é chinesa. O número do modelo também ajuda: final G indica versão global e final C indica versão chinesa. Modelo terminado em C com sistema que parece global é sinal de “global falsa”.

É um aparelho Xiaomi feito para a China em que alguém instalou um sistema modificado para parecer a versão global, com Google e português. O celular é verdadeiro, mas o sistema não é oficial: pode ter aplicativos ocultos, falhar nas atualizações e trazer riscos para os seus dados.

Pode funcionar, mas é um risco. Aparelhos sem homologação não têm garantia no Brasil, e celulares com IMEI irregular (adulterado, clonado ou inválido) podem ser bloqueados nas redes das operadoras. Prefira sempre um aparelho homologado, com selo da Anatel e nota fiscal.

O *#06# mostra o IMEI, que deve bater com a caixa e a nota fiscal. Já o *#*#6484#*#* abre o menu de testes de hardware dos aparelhos Xiaomi, Redmi e POCO, que réplicas normalmente não têm. Nenhum código sozinho é prova definitiva, por isso o ideal é combinar com a consulta no site da Xiaomi e na Anatel.

Sim. Todos os aparelhos vendidos pela Xiaomi em Curitiba são originais, novos, lacrados e com nota fiscal, com 1 ano de garantia exclusiva para quem compra na loja. Entregamos em Curitiba e na Região Metropolitana.

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